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iPhone 17e e MacBook barato: 2026 promete surpreender a todos

Pessoa sorridente usando smartphone e laptop em mesa com cofrinho, tablet e caderno em ambiente iluminado.

Se os boatos estiverem certos, a Apple deve apresentar uma nova leva de produtos “mais acessíveis” no primeiro semestre de 2026. Além do iPhone 17e e de um MacBook inédito com preço abaixo do MacBook Air, a empresa também poderia lançar o iPad 12, uma atualização da sua linha de tablet mais barata.

A Apple costuma ser associada a aparelhos caros, mas 2026 pode ser um ano mais amigável para quem tem orçamento apertado - ao menos segundo as informações que vêm circulando. A expectativa é que a marca passe a lançar um iPhone mais acessível todos os anos, o que colocaria o sucessor do iPhone 17e como candidato a estrear na primavera no hemisfério norte. E as novidades não parariam por aí: a companhia também estaria preparando um MacBook de “novo tipo”, pensado para custar menos do que o MacBook Air.

Embora esses rumores já tenham aparecido anteriormente, o site MacRumors afirma que eles ganham força com uma nova menção do analista Jeff Pu, da GF Securities - um nome frequentemente citado pela imprensa de tecnologia. De acordo com ele, além do iPhone 17e e do MacBook mais barato, a Apple também deve colocar no mercado o iPad 12, uma nova versão do seu tablet de entrada.

MacBook “acessível” da Apple: ficha técnica mais simples para baixar o preço

Segundo o que o MacRumors repercutiu, o MacBook mais acessível pode vir equipado com o chip A18 Pro de iPhone (o mesmo do iPhone 16 Pro), em vez de usar um processador tradicional de Mac. A meta da Apple seria posicionar esse notebook entre US$ 699 e US$ 899 nos Estados Unidos.

Para chegar a esse patamar, a empresa teria de economizar em outros pontos da especificação. Um exemplo citado é a possibilidade de o MacBook “acessível” trazer apenas uma única porta USB‑C, o que reduz custos e simplifica o design, mas também limita conexões sem adaptadores.

iPhone 17e com A19, Center Stage e possível Dynamic Island

No caso do iPhone 17e, a aposta seria no chip A19 e em uma câmera frontal de 18 megapixels com Center Stage (recurso que mantém a pessoa enquadrada automaticamente). Ainda assim, a lista de especificações deve permanecer muito próxima da do iPhone 16e, sugerindo uma atualização incremental focada em manter o preço sob controle.

Onde pode haver uma mudança mais visível é no visual: há a possibilidade de o iPhone 17e adotar o recorte Dynamic Island, aproximando a aparência do modelo de entrada da linguagem visual dos modelos mais caros.

iPad 12: o ganho principal seria um chip A18 mais potente

Já o iPad 12 teria como destaque a adoção de um chip A18 mais forte, o que deve melhorar o desempenho em tarefas do dia a dia, multitarefa e até em apps mais pesados - sem necessariamente mudar a proposta de ser a opção mais barata da linha.

Essa combinação (iPhone 17e, MacBook abaixo do MacBook Air e iPad 12) também pode indicar uma estratégia mais agressiva para ampliar a base de usuários no ecossistema, atraindo quem ainda não compra Apple por preço. Um portfólio com entradas mais “palatáveis” tende a impulsionar serviços, acessórios e integrações entre dispositivos, que são parte central do negócio.

Para o Brasil, vale observar dois pontos quando esses produtos chegarem (se chegarem): a conversão de preços em reais e o impacto de impostos e logística, que costumam afastar bastante o valor final do preço em dólares. Mesmo assim, se a Apple realmente reforçar a categoria “de entrada”, pode haver mais opções oficiais para estudantes, trabalho remoto e quem busca longevidade de software sem pagar o topo da linha.

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