Nesta segunda-feira, 30 de junho, a semana começou com queda no preço dos combustíveis mais consumidos no país.
De acordo com os dados apurados desde a última sexta-feira, 27 de junho, o preço médio do diesel simples recuou 3,2 centavos por litro, enquanto o preço da gasolina simples caiu 2,4 centavos por litro (fonte: Mais Gasolina).
Com base nessas variações, o preço médio do diesel simples passou para 1,581 €/L, e o da gasolina simples ficou em 1,697 €/L.
Apesar do alívio, a redução ainda não compensa totalmente a alta registrada na semana anterior: somente o diesel simples havia subido 6,5 centavos por litro.
Queda no preço dos combustíveis: diesel simples e gasolina simples nas principais bandeiras
Entre as principais redes, Galp e Repsol reduziram o diesel simples em 4,5 centavos por litro. No caso da gasolina simples, a Galp diminuiu 3 centavos, e a Repsol, 3,5 centavos.
Já a BP aplicou um corte de 5 centavos por litro no diesel simples e de 3,5 centavos por litro na gasolina simples.
Como é calculado o preço dos combustíveis (DGEG)
Como de costume, a referência usada para o preço dos combustíveis parte dos números divulgados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) - neste caso, os dados relativos à sexta-feira, 27 de junho.
Os valores publicados pela DGEG já consideram os descontos praticados pelas gasolineiras (postos e redes) e também as medidas do governo atualmente em vigor. Ainda assim, vale reforçar: tratam-se de médias indicativas, que podem não coincidir exatamente com os preços encontrados em cada posto de combustível, dependendo da região, da concorrência local e da política comercial de cada rede.
Além disso, fatores externos costumam influenciar o repasse ao consumidor, como a oscilação do petróleo no mercado internacional e a dinâmica de formação de preços ao longo da cadeia (distribuição, logística e margens de revenda), o que ajuda a explicar diferenças mesmo dentro do mesmo município.
Medidas do governo em vigor
Desde 2022, seguem em vigor medidas do governo para reduzir o impacto do aumento no preço dos combustíveis, com foco principalmente no ISP.
Neste ano, o ISP aumentou 3 centavos por litro; porém, devido à queda do valor da taxa de carbono, não houve mudança na carga fiscal total aplicada aos combustíveis.
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