Para quem não se satisfaz apenas com um dos carros mais exclusivos e exóticos do planeta - o Huayra - a Pagani segue pronta para atender aos caprichos dos compradores mais exigentes, criando versões sob medida que beiram o irrepetível.
A marca italiana está comemorando os 70 anos do seu fundador, Horacio Pagani, e a data virou o pretexto perfeito para apresentar algo novo e único. Quase isso.
Huayra, Utopia e a tradição de séries únicas da Pagani
Embora o Huayra, lançado em 2011, já tenha dado lugar ao Utopia, revelado há três anos, isso está longe de significar o fim do supercarro. Basta lembrar a quantidade de Zonda feitos como peças únicas que continuam surgindo nos últimos anos, reforçando como a Pagani mantém vivos projetos consagrados quando há demanda (e inspiração) suficiente.
O que o Pagani Huayra 70 mantém - e o que muda
O novo Pagani Huayra 70 praticamente não aproveita componentes dos outros Huayra: apenas as portas e as janelas foram mantidas.
Por baixo da carroceria feita integralmente em fibra de carbono, permanece o conhecido V12 biturbo de 6,0 litros fornecido pela Mercedes-AMG - porém aqui em uma configuração com impressionantes 834 cv de potência.
A força vai exclusivamente para as rodas do eixo traseiro e, ao contrário do que se tornou comum nessa categoria, com o auxílio de um câmbio manual de sete marchas.
Huayra 70 Trionfo: o único mostrado até agora
As imagens associadas a este conteúdo dizem respeito somente ao Huayra 70 Trionfo. A configuração dos outros dois exemplares não foi divulgada.
Em projetos desse tipo, a Pagani costuma explorar combinações de materiais, acabamentos e detalhes de engenharia que transformam cada carro em uma espécie de assinatura pessoal do cliente - algo que vai além de performance pura e entra no território de curadoria, artesanato e identidade.
Também chama atenção a escolha por um câmbio manual em um modelo moderno de altíssimo desempenho: para muitos entusiastas, isso reforça a proposta de dirigir de forma mais envolvente, com foco na experiência ao volante e na conexão direta com o conjunto mecânico, sem abrir mão da brutalidade do V12 biturbo.
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